Conheça a CPF parafusos

Empresa que veio para Aracaju aposta em inovação para crescer

Criada em 1993 por comerciantes baianos, a CPF parafusos criou uma filial em Aracaju e mudou-se para cá definitivamente há 13 anos. De acordo com Eduardo Marinho, sócio da empresa, a escolha pela capital sergipana não foi aleatória. “Aracaju é um ponto estratégico, pois possibilita um maior número de vendas a todo o Nordeste em virtude de sua localização”.
A CPF parafusos é destaque na produção de parafusos-estojos, bastante usados em empresas como a Petrobras e empresas responsáveis por gasodutos. Segundo Eduardo hoje há poucas empresas no ramo mesmo com uma grande demanda, ele destaca que além da CPF, só existem outras 5 empresas que oferecem esse mesmo produto, e todas estão em São Paulo. Outro diferencial é que ela já é certificada pela ONIP, o que implica dizer que está habilitada a vender para qualquer empresa do ramo petrolífero.Arquivo pessoal
Hoje a empresa ganha destaque em virtude de sua trajetória, pois, de distribuidora passou a ser fabricante. “Nós começamos somente como distribuidores, quando passamos a competir com os nossos próprios fornecedores, há 4 anos, depois da implementeação do e-commerce pelaPetrobras, fomos ‘obrigados’ a nos tornar empreendedores”, afirma Eduardo Marinho, que ainda destaca os desafios encontrados ao longo desse processo. “Depois de visitar outras fábricas, nos adequamos às normas que regem esse tipo de produto e criamos o nosso próprio know howatravés de erros e acertos, além de termos criado o nosso próprio controle de qualidade”.
Processos simplificados, menores preços, agilidade e principalmente a qualidade são os principais atributos da empresa destacados por seu sócio. “Procuramos ver o que seria melhor para a nossa empresa, sempre baixando o custo sem comprometer a qualidade. Recebemos muitos elogios de nossos clientes devido à nossa qualidade”.
As metas para o futuro já começam a ser traçadas. Apesar de ter um custo alto, Eduardo aponta que nos próximos dois anos a empresa deve ampliar seu galpão e seu maquinário. “Antes nós procurávamos as empresas oferecendo nossos produtos, hoje elas nos procuram e temos que declinar porque não podemos produzir tanto, já estamos estudando o maquinário e um novo local para nos mudar para podermos crescer mais”. Estimulado pelos resultados, Eduardo Marinho vê com bons olhos os resultados. “Fico feliz quando reconhecem nosso trabalho, às vezes nós vemos notícias sobre nossa empresa que desconhecíamos, nós tivemos muito trabalho para nos tornar fabricantes, ficamos felizes com isso”, finaliza.